Incontinência Urinária Masculina e Feminina

A perda involuntária de urina pode ocorrer em homens e mulheres, porém é mais comum em mulheres acima de 40 anos devido a alguns fatores de risco como o peso, gestação e menopausa. Em homens o tabagismo, obesidade, cafeína em excesso, parkinson, diabetes e cirurgia de próstata (prostatectomia) constituem fatores de risco importantes.
O tratamento consiste no fortalecimento do assoalho pélvico (períneo) e na reeducação do funcionamento da bexiga. No tratamento são utilizados diversos recursos como a cinesioterapia (exercícios de Kegel / ginástica hipopressiva), eletroestimulação perineal, exercícios proprioceptivos, biofeedback com emg, calendário miccional (treino da bexiga), orientações gerais prescritas após minuciosa avaliação e reavaliação constante.
Saiba como prevenir e tratar a incontinência urinária, clique no link abaixo para visualizar a cartilha de prevenção. Agende já a sua avaliação!



Pós-operatório de prostatectomia

Prostatectomia é o nome que se dá para a cirurgia de retira da próstata (total ou parcial). É indicada em 2 casos: Tumor (câncer de próstata) ou no caso de grande crescimento da próstata (hiperplasia prostática benigna). As vezes a próstata cresce tanto que impede a saída do xixi.
Há vários tipos de cirurgia para retirada da próstata. Seu médico te indicará qual é a melhor técnica cirúrgica para o seu caso.
RTUP: cirurgia feita por via uretral, mais indicada para os casos de hiperplasia benigna.
Prostatectomia aberta: técnica cirúrgica convencional, onde é feito uma incisão sob a pele e é retirada a próstata (a técnica pode ser retropúbica ou suprapúbica).
Laparoscópica: quatros pequenos “furos” são feitos no abdômen e a próstata é removida.
Prostatectomia robóticamente auxiliada: É a técnica cirúrgica mais moderna para a retirada da próstata, nessa operação os braços robóticos laparoscópicos são controlados por um cirurgião. No Brasil essa técnica é recém-chegada, nem todos os estados possuem essa tecnologia. As vantagens são muitas: incisões muito menores, menos dor, menos sangramento, menor risco de infecção, menor tempo de estadia no hospital e menor chance de ter sequelas.
Após a cirurgia é colocada uma sonda uretral que permanecerá de 5 à 15 dias, você deve contar 30 dias após a retirada da sonda ou 45 dias após a data da cirurgia e buscar o tratamento pós operatório junto à fisioterapia.
Há duas principais sequelas no pós cirúrgico: Incontinência urinária e Difunção sexual. Felizmente estas sequelas são temporárias (na maioria dos casos). É necessário que você busque a fisioterapia urológica para te ajudar a passar por esse período de forma mais rápida e segura.
Na CLÍNICA UROFISIO, temos o mais moderno equipamento existente no mercado (Phènix). Esse equipamento é Frances e oferece duas terapias essenciais no tratamento pós-cirúrgico de próstata: Eletroestimulação e Biofeedback eletromiográfico.
Mesmo nos casos em que os pacientes não apresentam incontinência urinária imediatamente após a retirada da sonda, os médicos costumam prescrever o mínimo de 10 sessões, como uma forma preventiva. Aqui na clínica, recebemos muitos pacientes encaminhados por médicos do Hospital Einstein e Sírio Libanês (SP) que utilizam a técnica robótica. Em alguns casos estes pacientes não apresentam nenhuma sequela, porém a fisioterapia urológica ainda sim é recomendada.



Distopias Urogenitais / Prolapso Genital / Bexiga caída

O prolapso genital, conhecido também como bexiga caída, é uma disfunção provocada pela perda de sustentação não só da bexiga, mas também de órgãos como a uretra, útero, intestino, reto e segmentos vaginais por causa da fragilidade dos músculos que constituem o assoalho pélvico (músculos do períneo).
Os prolapsos genitais recebem denominações próprias conforme o órgão que se deslocou: cistocele (bexiga), uretrocele (uretra), uterino (útero), eritrocele (vagina), enterocele (intestino) e retocele (reto).
A prevalência do prolapso genital é alta. Ele pode aparecer em todas as faixas de idade, mas mulheres multíparas (mais de 1 gravidez) a partir dos 60 anos correm risco maior de desenvolvê-lo.
No início, o prolapso genital costuma ser assintomático. Com a evolução do quadro, pode ser que você sinta uma sensação de peso na vagina, que diminui em repouso e aumenta durante os exercícios físicos, e dor no baixo ventre (hipogástrio) ou ainda uma sensação de ter uma bolinha na vagina. Nos prolapsos de bexiga, é comum ocorrer um comprometimento miccional que vai desde perda involuntária da urina até a impossibilidade de urinar. Quanto ao controle fecal, as queixas são tanto de constipação intestinal, quanto de crises de diarreia e tenesmo (sensação de uma falsa necessidade de ir ao banheiro com frequência).
Há tratamento conservador (fisioterapia uroginecológica) e tratamento cirúrgico. Veja com o seu médico se o seu grau de prolapso ainda pode ser tratado apenas com fisioterapia. Se você tiver um grau muito avançado de distopia pode ser que o médico te recomende a fisioterapia por 3 meses antes da cirurgia.



Constipação Intestinal

A constipação intestinal pode favorecer o surgimento de hemorroidas e até mesmo da perda involuntária de fezes. Previna-se com uma alimentação adequada e orientada por nutricionistas, relate ao seu médico e se necessário busque ajuda com um fisioterapeuta especialista em fisioterapia urogenital, uma vez que os músculos podem estar debilitados, alguns exercícios específicos para o períneo podem ajudar!
O tratamento consiste na reeducação funcional. No tratamento são utilizados diversos recursos como a cinesioterapia, exercícios proprioceptivos, biofeedback manométrico, terapia comportamental e orientações gerais prescritas após minuciosa avaliação e reavaliação constante.



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